Rapel Cachoeira Das Irmãs – Araguari, MG

Tinha tudo para ser um dia/domingo normal, mas felizmente foi bem mais que isso.
Nosso destino: cachoeira das Irmãs (ou das Freiras) no distrito de Araguari.
A mesma tem esse nome devido sua localização próxima à propriedade das freiras do Instituto Francisco Savério Petanha. Essa cachoeira possui uma queda livre de 45 metros aproximadamente.

45 metros de lindeza.

Saímos do centro da cidade ás 8:30 e chegamos  no local por volta das 10:00. São 49, 8 de ida, sendo que 12 km são de estrada de terra.

Nosso objetivo era fazer rapel e apreciar as belezas do lugar. Para mim é sempre uma mistura de coisas aparentemente e deliciosamente opostas: adrenalina/paz, aventura/meditação e compartilhar experiências/estar sozinho consigo mesmo. E ainda superação de medos, amizades, alegria e muito contato com nossa essência através da mãe natureza.
Particularmente estava precisando muito ir para o mato recarregar minhas energias. Foi tudo maravilhoso e no fim do dia me senti renovada.

Quem foi que disse que não pode haver harmonia entre o homem e a natureza?!?

Momento relax.

Acho incrível observar e me atrever analisar a maneira como cada pessoa lida com o desafio de encarar algo novo. Há aqueles que “batem o pé” e dizem “Eu vim aqui para isso”, há os que mesmo com muito medo e receio se “jogam” e são recompensados por uma experiência indescritível e há também aqueles que naquele momento não conseguem ir, mas que estão dispostos a tentarem numa outra oportunidade.
Eu vejo muita beleza em tudo isso! Desde a excitação do primeiro contato até a alegria transmitida pelo olhar e o sorriso largo que quase não cabe no rosto após a descarga de adrenalina.

“O que quer que o amanhã me traga eu estarei lá, de braços e olhos abertos.”

Eu poderia estar dormindo no aconchego da minha cama, mas eu escolhi estar ali e mais uma vez absorver o máximo possível da energia daquele lugar.
Ainda que eu vá várias vezes na mesma cachoeira considero cada descida de rapel única, pois os sentimentos, a energia, o clima, o vento, a água, a posição do sol e tudo mais é diferente.

“A vida só dá asas a quem não teme a queda.”Uma trilha leve, Três descidas de rapel, um mergulho na água gelada, uma visita atrás da queda da cachoeira e pronto! Não há mal que resista!!!
As vezes tudo o que precisamos é de um pouco de ousadia para quebrar a rotina e experimentar algo novo.
Sair um pouco da “bolha” significa esquecer o celular e as demais tecnologias, que seja por um dia, afinal podemos nos conectar à natureza sem a ajuda de dados móveis ou Wi fi. Ela está ali, apenas à um toque de distância. Pronta para devolver a energia que nos é roubada em meio a tantas preocupações e correria do dia-a-dia.
Costumo dizer, para mim mesma, que a vida é muito breve para ficarmos ociosos e desperdiçarmos as oportunidades de vivermos experiências incríveis e transformadoras.

Amigas lindas!!! Poliana Martins e Angela de Oliveira.Para finalizar, quero ressaltar a importância do respeito à natureza. É imprescindível que cada visitante tenha consciência de levar consigo o lixo que produziu, não quebrar galhos, não matar nem mesmo uma formiga e caso encontre no local lixo deixado por outras pessoas, recolher e descartar em local apropriado. Fazendo assim vamos garantir a preservação do local e garantir que tudo estará em harmonia quando os próximos visitantes chegarem.Respeitar a natureza é fundamental.Caso queiram conhecer parte das belezas de Minas, clique no link abaixo e conheça a agenda da agência de Turismo de aventura Trilhas Interpretativas.http://trilhasinterpretativas.com/As fotos desta postagem são de: Angela de Oliveira, Cristiene Fernandes, Laila Melo e Cássia oliveira. Obrigada meninas!!!!Abraços e até a próxima aventura.

Vista linda!

 

Só diversão.

Trilha leve.

Apaixonado por viagens e aventuras, idealizador do projeto 360go.

Comentários