Início » Listas Brasil » 25 pontos turísticos nacionais com paisagens e fatos curiosos

Há lugares tão incríveis no Brasil que parecem inacreditáveis. Alguns cercados de mistérios e outros com fatos curiosos a respeito deles. O povo brasileiro não imagina quantas paisagens e sensações incríveis pode desfrutas viajando por todo o Brasil!

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1- Lençóis maranhenses: nem deserto, nem oásis

Lençóis maranhenses parecem roupas de cama amarrotadas, a paisagem mescla areia e água como um oásis

O parque tem esse nome devido ao extenso lençol freático que permeia entre infinitas dunas de areia branca.

Certamente, uma das paisagens mais incríveis de horizonte único.

A área abrange 1500 km2 e o visual é uma ilusão, da mesma forma que se vê uma cama com lençóis amarrotados.

A imagem não é estática, está em constante movimento, moldada pelo vento e pelas águas da chuva, que formam novas dunas e novos lagos a cada dia, há mais de 10 mil anos.

2- Porto de Galinhas=gaiolas no paraíso

um oceano de azul bem claro com piscinas naturais

A bela imagem de piscinas naturais de Pernambuco ficou conhecida por esse nome não por criar aves.

Anteriormente, nos tempos do tráfico negreiro,burlavam as lei para continuar trazendo escravos.

Com o propósito de anunciar a chegada de escravos, mandavam avisar que “chegou galinha no porto!” .

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A fiscalização encontrava, sobre o cativeiro humano, gaiolas de galinhas d’angola, vindas da África, para banquetes da corte.

Porto de Galinhas pertence ao município de Ipojuca, que já foi um grande engenho de açúcar.

O tempo passou e deixou para trás as marcas da história.

Hoje, redescoberta pelo turismo, Porto de Galinhas é uma bela paisagem de 18 quilômetros de praia.

Piscinas naturais, dunas e bela fauna marinha a conviver e observar, como tartarugas e cavalos marinhos.

3- Bonito: Caverna da Lagoa Azul

Escondida no meio do Mato Grosso do Sul, a cidade de Bonito, que fica mais de 300 km longe da capital, Campo Grande, próximo à Serra da Bodoquena, é um paraíso cinematográfico.

Encanta aos olhos a quem possa ver uma belíssima lagoa azul.

Formada pelo Rio da Prata, que se mantém intacta por dentro de uma caverna repleta de formações de estalactites e espeleomas, o Abismo Anhúmas.

Para se manter a integridade da natureza, o mergulho é de flutuação com roupas de neoprene, uma vez que a água chega a 18 graus e para sair da caverna, o visitante é içado por cordas.

O turista ainda pode contar com curiosidades gastronômicas da região como a carne de jacaré, criado legalmente em fazendas, e pratos com a fruta guavira,igualmente encontrada ali.

4-Ibitipoca: a Janela do Céu

Em Minas Gerais, próximo ao município de Lima Duarte, fica a vila de Conceição de Ibitipoca, por onde se chega ao bela parque.

Lá em cima da serra, seguindo a trilha de cachoeiras e mata, o visitante encontra uma surpreendente visão do paraíso: a Janela do Céu.

Um ponto em cima de uma cachoeira de 20 metros, que parece um quadro emoldurado pelas águas de coloração dourada passando por entre as pedras.

Em frente, o verdadeiro retrato natural da extensão da Serra da Mantiqueira.

Impossível não querer tirar belas fotos dessa esplendorosa paisagem!

5-Monte Roraima: mistérios inspiram lendas e histórias

Localizado na fronteira entre o Brasil, Venezuela e Guiana, o Monte Roraima é um desafio da natureza.

Imponente, o rochedo é um planalto com abismo de mais de 1000 metros de altura, delimitado por falésias e cavernas.

O lugar é cercado de lendas, contadas pelos índios Macuxi que ali viviam.

Dizem que o Monte é guardado por Makunaíma, que comanda a natureza e testa a força de vontade dos viajantes com rochas escorregadias e rios gelados.

Plantas carnívoras, vale dos cristais e um possível mundo subterrâneo inspiraram histórias.

Só para exemplificar,O Mundo Perdido, de Arthur Conan Doyle, uma das aventuras de Sherlock Holmes.

E recentemente, do mesmo modo, foi inspiração para o desenho Up! Altas Aventuras, da Disney-Pixar.

6-Caldas Novas: relaxando nas águas quentes

Caldas Novas pode ser o munícipio que abriga a maior estância hidrotermal do mundo.

Com águas que brotam inesperadamente do chão a temperaturas elevadas, que variam de 40° a 70° graus, a cidade é um pólo de atração turística e em torno dela se desenvolveram bares, hotéis e restaurantes.

Atrai, anualmente, visitantes em busca de relaxamento e benefícios terapêuticos das águas termais, além de diversão em família.

Além da boa estrutura urbana para a hospitalidade,o visitante também pode contar com boa base de ecoturismo.

Pode-se visitar o parque com trilhas e cachoeiras, que levam ao manancial de águas termais.

7- Jalapão: os fervedouros onde não se afunda

Em Tocantins, o Parque Estadual do Jalapão é dos melhores refúgios de beleza encantadora dentro do cerrado.

Os surpreendentes fervedouros, que não deixam o corpo afundar nas águas que brotam do fundo pelas areias brancas.

As belas cachoeiras em tonalidade verde esmeralda como por exemplo a Cachoeira da Formiga

E do mesmo modo, um caldalosa queda d’água como a Cachoeira da Velha

Ambas, da mesma forma, acompanham o relevo do cerrado.

Com toda a certeza, ótimo lugar para se praticar turismo de aventura, como rafting nos rios.

Destaque para o artesanato de capim dourado e feito pela comunidade dos Mumbucas, que descende dos quilombolas.

Para se chegar a região deve seguir as cidades de Mateiros ou Ponta Alta, distante de Palmas, capital a 195km..

8- Jericoacoara: pôr-do-sol na Pedra Furada

No Ceará, a praia de Jijoca de Jericoacoara tem um espetáculo único e nem sempre visto durante o ano: o por-do sol no mar, passando por dentro da Pedra Furada, uma formação rochosa natural que emoldura um belo espetáculo da natureza.

Cercada de dunas, a região só começou a ser explorada como turismo a partir de 1994.

Inesperadamente, logo após sair numa reportagem do Washington Post listada como uma das praias mais bonitas do mundo.

Do mesmo modo, a vila de pescadores ainda hoje é bem rústica.

Com toda a certeza, ainda é uma preciosidade, uma jóia escondida.

É um lugar é bem frequentado por praticantes de windsuf e kitesurf.

Da mesma forma, banhistas se deliciam com a tranquilidade da areia fofa e das lagoas sossegadas de águas cristalinas.

9- Amazonas: encontro do rio Negro com o Solimões

Manaus, AM, Brasil: Encontro das águas dos rios Negro e Solimões, em Manaus. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Em Manaus, com toda a certeza vale a pena conhecer a região amazônica em um passeio de barco para ver um espetáculo da natureza.

O encontro das águas do Rio Negro com o Solimões.

O Rio Negro, mais escuro, se encontra com o Rio Solimões, mais claro, e do volume deles a formação do Rio Amazonas, o maior do mundo.

Por um fenõmeno da natureza, as águas não se misturam pelos próximos 6 km, igualmente mantendo as densidades e cores diferentes.

Uma paisagem surpreendentemente inspiradora para belas fotos.

Os passeios incluem almoço com produtos típicos da região e todo o aparato para a pesca legal nos barcos.

Também pode se fazer passeios de canoa perto dos igarapés frequentados pela população ribeirinha e pescadores.

Vez ou outra, é possível, com muita sorte, encontrar os botos cor de rosa e até nadar com eles.

Mas não se engane, esse animal fofinho cercado de lendas é inteligente e um predador de peixinhos.

Simultaneamente enquanto persegue os peixes, ajuda o pescador local empurrando os cardumes para as prainhas e bancos de areia ao longo dos rios.

10- Serra dos Órgãos: o Dedo de Deus

O Parque Nacional da Serra dos Órgãos abrange as cidades de Petrópolis, Teresópolis e Guapimirim, no estado do Rio de Janeiro.

Um dos monumentos geológicos da região é o Dedo de Deus, um pico na altura de 1692 metros de altitude, que tem o formato de uma mão apontando o dedo para cima.

A Serra abriga também a Cachoeira da Neblina, a considerada mais alta do país, a 450m de altura e queda.

Em turismo de aventura, há o canoísmo pelo Cânion Zaith e trilhas de escaladas e montanhismo para o Mirante Soberbo, uma bela vista da Serra do Mar .

É uma região inegavelmente fria no inverno, chegando a 10°.

Convida-se os turistas a um bom roteiro aconchegante em chalés e pousadas com vinho e boa comida quente em torno da lareira ou fogueira de acampamento.

11- Abrolhos: onde as baleias cantam

O Parque Nacional Marinho dos Abrolhos é um arquipélago que permeia a costa marítima da Bahia, composto por cinco ilhas próximas à cidade de Caravelas.

O lugar é um santuário ecológico, onde se pode observar e apreciar o canto das baleias Jubarte, que migram sazonalmente para a região costeira.

Repleto de corais e uma diversa fauna marinha, o local é bem procurado para mergulho.

Moluscos, peixes, esponjas, tartarugas marinhas e também uma gama de espécies de aves marítimas, como atobás e fragatas.

Somente duas ilhas são abertas a visitações, a ilha de Santa Bárbara e a ilha Siriba, ambas monitoradas e preservadas pelo ICMBIO e pela Marinha do Brasil.

As outras três ilhas são consideradas intangíveis, nesse ínterim, proibidas de desembarcar nelas.

Para se chegar nas ilhas é preciso pegar uma embarcação, seja catamarã,lancha ou traineira.

As jubartes podem ser vistas entre julho e novembro. Do mesmo modo, o local tem atraído tambem uma pequena quantidade de baleias francas, de passeio pela região.

Abrolhos ganhou esse nome devido ao perigo dos corais aos navegadores que não sabendo da existência, raspavam os cascos. Dessa forma, havia o aviso “abre os olhos”

12--São Thomé das Letras: a cidade das pedras

A bela e rústica cidade de Minas Gerais é conhecida pela exploração de pedras e cristais.

Localizada na Serra da Mantiqueira, a cidade é repleta de cachoeiras e grutas.

Inúmeras lendas envolvem as cavernas de São Tomé.

Uma delas diz que as cavernas estão conectadas com Machu Pichu no Peru.

Analogamente à proximidade com a cidade de Varginha, ja disseram que é um local bastante visitado por extraterrestres.

Ademais, é da cidade que surgiu a exploração da famosa Pedra São Tomé, usada como lajedo de piso na decoração de casas.

13-ilha de Marajó: surfe na pororoca

Marajó não é somente uma ilha.

De fato, é um pequeno arquipélago que se forma no delta Rio Amazonas, entre o Pará e o Oceano Atlântico.

A grande ilha é fluviomarítima, localizada entre a foz do Rio Pará e a baía de Marajó, num belo encontro entre a agua doce dos rios e a salgada do mar.

Como resultado, esse encontro faz surgir um fenômeno na natureza muito apreciado principalmente por surfistas que para lá se dirigem.

A pororoca, uma onda que surge naturalmente deste encontroagitado de águas.

A ilha de Marajó tem um turismo exótico, uma vez que se criam búfalos onde se encontram praias, igarapés e manguezais.

Há também o mistério que envolve os remanescentes das antigas civilizações avançadas que podem ter habitado a ilha.

Uma pintura rupestre incomum aparece bem marcada em artefatos conhecidos como “cerâmica Marajoara” .

A arte pode ter sido um meio de comunicação avançado.

Primordialmente, essa antiga civilização pode ter criado o primeiro biquini de cerâmica da história do mundo.

14-Alto Paraíso de Goiás: ideal para o fim do mundo

Na Chapada dos Veadeiros fica Alto Paraíso de Goiás, um lugar onde esotéricos diziam que seria, com toda a certeza, o lugar ideal para passar os últimos dias do fim do mundo.

Repleta de cachoeiras e paisagens infinitamente belas.

Há rochedos por onde se pode escalar e fazer montanhismo, e com efeito, com a recompensa de uma vista plena da chapada.

Um dos grandes cartão postal é, sem dúvida, a Cachoeira do abismo, com uma grande queda d’água que pode ser vista à distância.

A aura mística em torno da paisagem atrai, afinal, esotéricos de todos os cantos em busca de paz.

em comunhão com a natureza que se sentem bem com o clima e energia espiritual da região.

15- Chapada das Mesas: Encanto Azul

O Parque Nacional da Chapada das Mesas encontra-se fascinantemente no sul do Maranhão, numa região de intenso cerrado na vegetação.

A região tem esse nome por causa dos platôs, que lembram mesas de pedra enormes, em rochedos de arenito.

Com cachoeiras volumosas, o lugar é com efeito ideal para trekking e exploração aventureira pelas montanhas.

O Encanto Azul e o Poço Azul são dois pontos de igualmente destaque na chapada.

Piscinas naturais que de tão claras e brilhantes mantém essa tonalidade, inegavelmente um reflexo do céu.

16- Fernando de Noronha: golfinhos e tubarões

O arquipélago de Fernando de Noronha é sem dúvida um dos pontos turísticos mais cobiçados do Brasil.

Prioritariamente, o Parque Nacional Marinho pelo ICMBIO e Ibama, possui áreas restritas para desembarque e locais propícios para banho mergulho e caminhadas pelas trilhas das ilhas.

Um fato curioso sobre o arquipélago é a proximidade do homem com a fauna marinha, inegavelmente mantendo o respeito mútuo entre as espécies.

Surpreendentemente, ocorre a desova das tartaruguinhas.

Ao mesmo tempo, golfinhos nadam onde se mergulhar com pequenos tubarões, que rondam o arquipélago.

17- Arraial do cabo: a cor do Caribe na Região dos Lagos

Similarmente ao azul do Caribe, já experimentou ver a cor do mar em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, no RJ?

É de um azul incrível e com toda a certeza não perde nada para o destino internacional.

Emancipada de Cabo Frio, Arraial é de fato uma cidade pequena, de baixo custo.

Pode se fazer, sem dúvida, compensadores passeios de mergulho e de barco.

Um visual extraordinariamente fantástico com rica vida marinha na imensidão azul.

No Pontal do Atalaia é ideal apreciar o pôr-do-sol

18- São Lourenço do Sul: Lagoa dos Patos

São Lourenço do Sul é uma das cidades do balneário gaúcho que envolve a Lagoa dos Patos, que similarmente ao mar, possui belas praias de agua doce.

A cidade fica no , afinal, Rio Grande do Sul, na extremidade baixa do Brasil.

Todavia, colonizada com alemães e poloneses da região da Pomerânia, cuja influência culturais estão no artesanato e na arquitetura da região.

É um bom lugar para se fazer passeios de barco apreciando tranquilamente a bela Lagoa dos Patos.

Bom tomar um chimarrão fumegante, enquanto observa-se barcos à vela, regatas e barcos pesqueiros.

A cidade conta com um camping, que abriga trailers e motohomes para turistas desbravadores que quiserem seguir pela estrada, ao mesmo tempo em que precisam descansar.

A Região da Costa Doce fica, afinal, em uma distância de Porto Alegre 200km, rumo a Pelotas, pela Br-116.

19- Maragogi: entre galés e coqueiros

Esse paraíso alagoano fica igualmente distante de Maceió e Recife, em torno de 130km de ambas as capitais.

O mar é de uma bela cor entre o azul e o verde esmeralda, formando piscinas naturais, da mesma forma chamadas na região de galés.

A região é repleta de coqueiros que dão ar de muita tranquilidade e relaxamento ao turista.

As águas rasas se estendem por bancos de areia quando há maré baixa, de tal forma que é possível caminhar pelo mar adentro enquanto se aprecia o movimento dos peixinhos entre os corais.

A culinária típica da região ganha o reforço da lagosta, uma iguaria inegavelmente chique em restaurantes de luxo em todo o mundo que é comum por ali.

20-Itatiaia: aguas geladas e trutas

O Parque Nacional de Itatiaia fica na Serra da Mantiqueira, no RJ, englobando as cidades de Itatiaia e Penedo, próximas a Resende, onde fica a AMAN, Academia Militar das Agulhas Negras.

O Pico das Agulhas Negras atinge cerca de 2800m de altitude.

As águas que de lá descem são terrivelmente geladas.

Todavia, a temperatura é ideal para a criação de trutas na região.

É possível apreciar a beleza da cachoeira Véu de Noiva, uma linda queda d’agua que garante ótimas fotos.

21- Pantanal: ver a onça beber água

No Pantanal, entre Mato Grosso e Mato grosso do Sul, é possivel fazer um safári ecológico.

É o Safári de observação de onças.

O objetivo do safári é proteger a onça.

Anteriormente, o fazendeiro matava a onça que ameaçava seus bovinos.

Todavia, agora mudou-se a postura.

Muito mais lucrativo manter a onça viva com suas caças esporádicas do que matá-la por uma ou duas cabeças de gado.

Além disso, é crime ambiental matar a onça, um predador alfa.

Equilibra o meio ambiente e mantém o ecossistema em harmonia.

Controla a superpopulação de porcos do mato, que em matilha tudo destroem.

O turismo de observação das onças pode partir tanto de Cuiabá, Mato grosso,quanto Corumbá, Mato Grosso do Sul.

Chalanas são estruturadas com redes para dormir e almoço com comida típica.

De conformidade com a época, fornecem o aparato legal para pesca esportiva.

22- Serra da Canastra: O queijo e o Velho Chico

É na Serra na Canastra, MG, que nasce o “Velho Chico”, como é conhecido o Rio São Francisco.

O segundo maior rio do Brasil percorre vários estados até desaguar na Bahia.

Na serra da Canastra há o famoso queijo, que tem selo de certificado de qualidade de origem, como o champanhe francês.

O queijo considerado Canastra so pode ser produzido na serra.

O parque guarda muitas cachoeiras e rochedos para com efeito, proporcionar uma surpreendente paisagem de montanhismo.

Vale a pena observar os animais que aparecem perto dos acampamentos.

Observa-se a presença do lobo-guará , o tamanduá bandeira o veado campeiro e o tatu-canastra.

A serra tem esse nome pelo formato lembra um baú antigo, uma canastra.

23- São Joaquim: neve no Brasil

Em Santa Catarina, São joaquim é a cidade conhecida pelas baixas temperaturas.

O clima chega a provocar geadas nas plantações e até neve alguns dias do ano no Brasil.

Vale a pena enfrentar o frio e fazer um passeio pelo parque.

Há rochas em formação de arenito que descem por desfiladeiros enormes. com vegetação nativa.

Surpreende uma fenda rochosa chamada de Janela Furada, no Morro da Igreja

24-Mossoró: sol, sal e petróleo

A segunda maior cidade do rio Grande do Norte, depois da capital Natal, tem belezas naturais, belas praias e uma forte história.

Mossoró teria sido a única cidade que resistiu ao ataque de Lampião.

Por isso lá se encontra o Museu da Resistência

Também é um sítio arqueológico com pinturas rupestres nas rochas calcárias.

Tem a maior produção de petróleo do país.

É lá a maior festa junina do Rio Grande do Norte.

25- Canoa Quebrada: os hippies e as falésias

Pertencente ao município de Aracati, no Ceará, Canoa Quebrada é uma praia com cenário charmoso, cercada de dunas e falésias naturais.

Um bom lugar para se fazer passeios de buggy ou de jipe.

Nos anos 60, foi descoberta por cineastas franceses do movimento Nouvelle Vague, provocando por ali um choque de cultura.

Hippies que acabaram se fixando por ali, com pescadores e indígenas da região.

Uma curiosidade é a pedra esculpida em lua e estrela.

Oficialmente não se sabe quem a fez, não foi uma obra da prefeitura ou algo assim.

Dizem que teria sido obra de um marroquino que esteve no local com a equipe de filmagem, anos atrás e de crença islâmica.

Pedindo perdão a Alá pelos excessos e farras cometidos ali em plena liberdade esculpiu a lua e a estrela, símbolos de sua religião.

Além de curtir a praia, pode-se seguir a rota das falésias e chegar a duna do pôr-do-sol.

Aventureiros também poderão curtir um belo voo de parapente, aproveitando o vento na região.

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